A Spark tem o chat como ponto central da relação creator–fã — e ele quebrava padrões que 95% dos usuários mobile já aprenderam com Instagram, WhatsApp e Telegram.
Com mais de 95% dos usuários acessando via mobile, qualquer desvio do comportamento esperado num chat tem impacto direto na experiência. O chat da Spark tinha seis problemas que afetavam creators e assinantes — desde decisões de layout que desperdiçavam espaço até comportamentos que destoavam do padrão de mercado.
Três hipóteses guiaram o redesign — a última vai além do design e identifica um erro de lógica de produto.
As soluções foram organizadas por área de impacto — cada uma resolvendo um problema específico sem criar novos. O princípio guia: o chat deve se comportar como o usuário já espera que um chat se comporte.
O redesenho cobre as visões de Creator e Assinante — com ajustes específicos para cada perfil, respeitando as diferenças de ações disponíveis em cada contexto. A validação viria de métricas de uso do chat antes e depois: frequência de uso de emojis e GIFs, tempo de composição de mensagem e taxa de abandono do fluxo.